Agora incluída no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), a renovação antecipada de 12.675 quilômetros de ferrovias espalhados em cinco malhas concedidas à iniciativa privada nos anos 1990 pode ser a ocasião perfeita – desde que haja vontade política para tal – para a revisão de barreiras que impedem o desenvolvimento do modal no País até hoje.

Esse é o entendimento de entidades do agronegócio, da classe de trabalhadores ferroviários e de acadêmicos, segundo noticiado pelo DCI. Tais grupos acompanham de perto a fase de elaboração das regras que vão nortear a assinatura de aditivos contratuais das concessões das ferrovias ALL Malha Paulista, MRS Logística, Centro-Atlântica (FCA), Ferro Carajás (EFC) e Vitória a Minas (EFVM). Como contrapartida da dilatação dos contratos (que deveriam expirar a partir de 2026) por mais 30 anos, o governo espera pelo menos R$ 25 bilhões em investimentos das concessionárias.

(Fonte: DCI)

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